Peeling Químico
- drvhsa
- 21 de jan.
- 2 min de leitura

Peeling químico é o nome dado para o procedimento em que utiliza-se uma solução com produtos químicos (geralmente ácidos), que promovem a descamação da pele, que pode ser superficial, média ou profunda. Essa remoção de camadas busca promover uma melhora do aspecto da pele, com diminuição da oleosidade, tratamento de sequelas de acne, sequelas cicatriciais, rugas, manchas, etc.
Pode-se utilizar diversos tipos de produtos para peelings. Os mais utilizados são os ácidos.
Discuta com seu médico qual a melhor indicação para seu caso, seus riscos e benefícios.
Por se tratar de um procedimento ambulatorial (realizado em consultório), não necessita de uma avaliação pré-operatória ou internação hospitalar para sua realização. Pode ser realizado com sedação, nos casos de peelings profundos. Dependendo do procedimento realizado e sua profundidade, o paciente pode voltar a trabalhar após o procedimento.
Siga sempre as orientações do seu médico.
A conscientização do paciente sobre as alterações da pele anteriores ao procedimento e a realização de fotos, também são imprescindíveis.
Os principais riscos relacionados ao procedimento são:
Vermelhidão, que pode durar de três a quatro meses,
Cistos ou manchas brancas podem aparecer com um peeling profundo e podem durar várias semanas,
Cicatriz é um risco freqüente,
Hipopigmentação - algumas áreas de sua pele podem perder pigmento permanentemente,
Hiperpigmentação (manchas acastanhadas), podendo aparecer até mesmo com o uso do protetor solar.
Veja também as orientações pós-procedimento.
Todos os riscos e benefícios devem ser discutidos com seu médico antes da decisão pela realização do procedimento.
O conteúdo descrito acima não tem como objetivo substituir a consulta médica, mas sim oferecer informações coerentes, éticas e verificáveis aos indivíduos que tenham algum interesse em Cirurgia Plástica.
Procure sempre um Cirurgião Plástico habilitado e devidamente registrado na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br) e no Conselho Regional de Medicina de seu Estado (CRM), com seu respectivo registro de especialidade (RQE).
Bibliografia:
1- Mélega JM. Mélega - Cirurgia Plástica Fundamentos e Arte - Volume: Cirurgia Estética. Capítulos 16-17. Páginas 179-250. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, Brasil, 2003.
2- Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Peeling Químico. Disponível em URL: http://www2.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/minimamente-invasivos/peeling-quimico/
Acesso em 15/01/26.
3- American Society of Plastic Surgeons. Chemical Peel. Disponível em URL: http://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/chemical-peel
Acesso em 15/01/26.
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